terça-feira, 25 de julho de 2017

MARQUE NA AGENDA E AVISE OS AMIGOS 

Dia 29\07, O Segredo da Caveira de Cristal II

estará GRÁTIS no site da Amazon.com



quinta-feira, 4 de agosto de 2016

BIENAL DE SÃO PAULO, EU VOU!

Olá, galerinha!

É com muita alegria que faço esta postagem para comunicar a vocês que estarei participando da 
Bienal Internacional do livro em São Paulo! Dando pulos de alegria!!

Estarei nos dias 28 de agosto à 04 de setembro, estande M69, o dia todo.

Então venham me visitar!

Abaixo, os  livros que levarei para a Bienal. E muitoooooossss brindes!

Nos vemos no lugar onde os sonhos se tornam realidade!










Agora você também pode ler o Beco da Ilusão no Kindle
 ou no seu computador. Ele está à venda em formato 
ebook no site da Amazon

Aproveitem! 
 Apenas R$5,99

Em meio ao holocausto de pessoas e corações, 
O AMOR será capaz de sobreviver a tudo? 

Meu nome é Sarah Wainness, mas este nem sempre foi o meu nome. É apenas mais um, entre tantos que já tive. Minha infância foi feliz e simples, como a de qualquer criança da minha idade e do meu bairro em Karnobat, Bulgária.

Éramos uma família de cinco irmãos, incluindo eu.

Papai, um homem muito bom, enérgico e religioso, frequentava a sinagoga, enquanto mamãe trabalhava em casa, cuidando de tudo e de todos nós.

Após recebermos uma herança de um tio falecido que morava em Berlim, mudamos para lá e, ao chegar, deparei-me com uma realidade totalmente diferente da que eu conhecia.
Meus sonhos desabrocharam em contato com a cidade. Um deles, tive que manter em segredo: eu queria ser bailarina. Sempre pegava as roupas da mamãe, escondida, e rodopiava no fundo do quintal, vendo tudo ao meu redor mudar. Isso me fazia feliz. Mas, um dia, meus sonhos desmoronaram e minha vida mudou completamente: os nazistas invadiram nossa casa, e fui levada para um lugar de prostituição.

Meu nome é Sarah Wainness, e já morei no Beco da Ilusão.



sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

VIDAS DE PAPEL

Thomaz estava desempregado há quase dois anos, desde que se mudara com a família para Belle Valley, vila de Ohio, devido a uma doença do seu filho caçula, Michael.

Com a abertura de uma filial das Indústrias Rochets, Tomaz vê a grande oportunidade batendo em sua porta, podendo trabalhar em sua área de atuação, a Biotecnologia.

Porém, o que ele não imaginava, era que desafios e preconceitos iriam fazer parte de sua rotina.



04h45 a.m
Belle Valley, vila de Ohio
População 263 pessoas


Thomaz passou toda a noite sem conseguir pregar os olhos, pensando em sua próxima entrevista de emprego, que seria na manhã seguinte. 

As Indústrias Rochets, grande mineradora Russa, abriu uma filial de seu laboratório em Belle Valley, onde ele morava. Esta seria uma grande oportunidade de trabalhar em sua área de atuação, a Biotecnologia.

Estava desempregado há quase dois anos, desde que teve de sair do emprego em que trabalhou por quase dez anos, e mudar com a família, devido a um problema de saúde de seu filho caçula, Michael, hoje, com doze anos.

Michael desenvolveu uma espécie rara de gripe alérgica e esta comprometia seus pulmões. Seguindo a sugestão de vários médicos especialistas, a família se mudou para uma região montanhosa, onde o ar era mais puro, e, consequentemente, teriam melhor qualidade de vida.

Deixar os familiares não foi tão fácil quanto pareceu. Começar uma vida nova em outra cidade, onde não conheciam ninguém era assustador, mas... A família, para Tomaz, estava sempre em primeiro plano.

Desde que chegou a Belle Valley, só conseguiu arranjar alguns “bicos”. E não foi diferente nas cidades mais próximas: Cambridge e Marietta, porém nenhum... Digamos, “trabalho decente”. 

Quando deixava o currículo nos comércios, eles o elogiavam e diziam que ele merecia algo melhor. Quando entregava em uma grande empresa, após lerem, ficavam impressionados, contudo, quando o entrevistavam pessoalmente, era sempre a mesma resposta: “Sinto muito, mas o Senhor não se encaixa no perfil desta empresa”. Tomaz sabia que eles mentiam, pois se encaixava perfeitamente em tudo que eles queriam e precisavam. Tinha referências, experiência, um currículo invejável, além de falar mais dois idiomas, exceto por ser...

Estava quase no fim do mês, e, já havia feito várias entrevistas, entretanto, nenhuma empresa, ainda, não o havia contatado. E Tomaz duvidava se o chamariam.

Motta, o dono do armazém, onde ele trabalhava nos finais de semana descarregando caminhão, tinha interesse em contratá-lo. Mas, Tomaz pediu para que aguardasse sua resposta até o fim daquele mês, porque ainda lhe restava um sopro de esperança. Se nada mudasse até lá, não havia outra opção, a não ser aceitar. O salário não era muito, mas devido às circunstâncias, ajudaria.

Seus pensamentos o atordoaram por toda madrugada, fazendo-o revirar na cama. Anne, sua esposa, provavelmente, exausta, não percebeu sua ansiedade em momento algum. Quando começou a contar cada tictac do relógio, viu que não conseguiria fisgar o sono. A solução foi se levantar e preparar o café. 

Já se levantava quando escutou a porta do quarto rangendo. 




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SEPARADOS POR UM CORPO


Seriam memórias de um passado ou meras coincidências?

Claude Châtelier é um jornalista que possui uma coluna semanal de contos no jornal Le Monde. 

Ultimamente andava sem inspiração, até que em um encontro casual com Marie, uma ex-colega de faculdade, que lhe conta uma história, sua vida muda por completo. 

Ele se vê envolvido em coisas estranhas que passam a acontecer à sua volta, e resolve ir a fundo buscar por respostas.








França
Dias atuais

Sou Claude Châtelier, jornalista. Vivo em busca de boas e inéditas histórias. Trabalho no jornal Le Monde há quase oito anos, onde tenho uma coluna semanal que publico meus contos de ficção. Dizem os invejosos de plantão, por meu caderno ser bem popular, que minha coluna está ultrapassada e que sou um escritor frustrado por não ter conseguido publicar um livro, por isso escrevo contos. Isso não é verdade, nunca pensei em escrever um livro, apesar de já ter recebido várias propostas tentadoras de editoras.

Sempre devemos olhar os dois lados da moeda, e por isso tenho que concordar só um pouco com eles, ultimamente meus contos estavam péssimos e por isso tinha resolvido caminhar um pouco até o jornal. Quem sabe pelo caminho eu veria algo que me fizesse ter alguma inspiração, já que esta me faltava há dias.

Não consigo entender o porquê, já que passava por uma fase boa na vida. Um trabalho bom, um apartamento quase quitado em uma área bastante valorizada de Paris e havia ficado noivo de Raquel há quase um mês. Tudo bem que não era a mulher dos meus sonhos, não a amava, embora me sentisse muito bem ao seu lado. Era uma mulher trabalhadora, dedicada a casa e a família, mas sentia que faltava uma verdadeira química entre nós. Estávamos juntos a pouco mais de um ano, e a verdade foi que fiquei noivo apenas por pressão da família dela.

Precisava levar para a redação o conto que havia escrito e que seria publicado na próxima semana. Poderia ter pegado o ônibus ou o taxi naquele dia, mas resolvi do nada fazer caminhada mesmo sabendo que poderia chover a qualquer momento. 

Já estava na Champs-Élysées, que fica a três quarteirões da minha casa, quando a chuva começou a respingar em meu sobretudo. Isso aconteceu a pouco mais de vinte minutos após ter me arriscado sair sem o guarda chuva, mesmo com o céu carregado de nuvens. 

Foi então que vi Marie na porta de uma loja, a dois quarteirões do jornal, se escondendo também da chuva que havia aumentado repentinamente. Não nos víamos há muitos anos, desde a época da universidade. Para ser mais preciso há quase dez anos.

Não éramos muito próximos, estudávamos em salas diferentes, ela não deve nem se lembrar de mim. Na época, era namorada ou coisa assim, de um amigo meu de classe e eu a achava simplesmente maravilhosa, mas nunca tive coragem de me aproximar para conversarmos, e agora estávamos juntos, lado a lado, novamente como estranhos.

Reconheci assim que a vi. O mesmo porte esbelto, os cabelos longos com alguns caracóis na ponta. Um pouco mais madura e parecia cansada, as olheiras lhe condenavam claramente, mostrando que não tivera uma boa noite de sono, mas mesmo assim, estava radiante.



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O SEGREDO DA CAVEIRA DE CRISTAL - LIVRO I

LIVRO I
O tempo não muda as pessoas, revela-as.


Os habitantes de Heilland, cansados de décadas de guerra e fome, depositaram todas as suas esperanças no Rei Alphonsus, que governava com justiça e bondade. As esperanças cresceram com a notícia de que a Rainha Arápia estava grávida de gêmeos, embora muitos, no castelo, assegurassem que uma nova guerra estava sendo travada no ventre da soberana.

Os gêmeos nasceram e, com o passar do tempo, Heilland compreendeu que havia um novo inimigo, ainda mais implacável: o sombrio futuro Rei. Dor, ódio, sangue, traição, passaram a fazer parte da rotina do castelo, restando ao mago Mongho e à futura Rainha Driadh a perigosa busca por respostas!
Embarque nessa aventura cheia de mistérios e lutas pelo poder.


***


Malecs era um Reino mágico. Localizado sobre a colina de Qzar, quando visto do aclive parecia ser tocado pela lua. Era uma região rodeada de mistérios, criaturas invisíveis e, de acordo com as lendas fixadas de maneira muito firme nas mentes das gerações mais jovens, repleta de túneis recheados de tesouros.
Os habitantes de Malecs eram magos e bruxas que, além de possuírem riquezas, eram dotados de um dom: podiam se transformar em qualquer criatura vivente no planeta, pessoas ou animais, e podiam compartilhar suas habilidades por um determinado período. Além dessa façanha, tinham também o vigor e a juventude prolongados por muitas décadas. O tempo passava e fazia pouco efeito sobre eles, principalmente após os vinte anos malecquianos, tornando-os invejados.
O fogo era uma de suas fraquezas, pois era capaz de matar seus corpos; mesmo assim, os magos e bruxas mais habilidosos eram capazes de transferir suas almas para o corpo de qualquer animal, antes de serem consumidos pelas chamas. Assim, viviam ainda por muitas décadas. Isso acontecia graças à centelha mágica que os guardiões de Malecs implantavam em seus corações e nos de seus descendentes, ao serem escolhidos para viver no reino.
Uma antiga história contava como esse reino recebeu o controle da Natureza e de seus elementos: terra, fogo, vento e água.
Reza a lenda que o primeiro mago surgido possuía muitos tesouros, mas nenhuma emoção. Cansado de sua vida vazia, pediu à Mãe Natureza para viver por um dia como os homens. Em troca, ofereceu suas maiores riquezas. O que ele mais desejava, mesmo que durante um breve momento, era o prazer de sentir o vento balançar seus cabelos, a chuva molhar sua pele, o calor aquecer sua alma e a energia da terra adentrar em seu corpo pelos pés. Por ser um mago muito bondoso, a Mãe Natureza concedeu-lhe esse desejo, mas não aceitou nada em troca.
Agradecido e satisfeito por ter experimentado esses prazeres, o mago fez um novo pedido: que ela parasse o tempo, pois desejava ardentemente continuar vivendo como humano. Como a Mãe Natureza não pôde atendê-lo, e vendo-o muito triste por isso, criou uma maneira para que ele pudesse desfrutar dessas alegrias, porém uma de cada vez. Em troca, pediu que ele reunisse toda sua riqueza e a ocultasse nas profundezas da terra. Sobre esse tesouro, a Mãe Natureza criou uma cidade mágica, e a fez invisível, escondendo-a da ganância dos homens. Assim nasceu Malecs.
A Mãe Natureza dividiu então o poder do mago e materializou-o em cinco amuletos mágicos, que passaram a controlar o tempo e as estações, tanto dentro quanto fora de Malecs; e fez do mago, Merlin, imortal, para que ele pudesse ser o guardião dos amuletos e da cidade. Merlin não podia sair de Malecs, mas teve seu desejo realizado, levando uma vida quase humana, com emoções e sentimentos. Das altas torres do castelo de Malecs, ele vigiava os humanos que viviam fora da cidade invisível. Para os que ganhavam sua confiança, fazia surgir o portão da cidade, permitindo assim sua entrada. Esses escolhidos passavam a habitar o reino mágico, tornando-se magos e bruxas. Viveram em paz e em prosperidade por longas eras, mas...
Em um belo dia de festa, quando comemoravam a chegada da primavera, a cidade foi tomada de surpresa ao se tornar visível para os humanos. Foi a ruína de Malecs. A cidade não possuía soldados, era protegida apenas por magia. Assim, seus pacíficos habitantes não foram capazes de enfrentar a ganância dos saqueadores.
Ao serem informados da localização da cidade mágica, os reinos vizinhos enviaram soldados em busca de suas preciosidades. Como os humanos estavam em maior número, venceram a batalha, aniquilando o povo daquele lugar. Apesar de a cidade ter ficado completamente destruída, os invasores não conseguiram encontrar os tesouros ocultos nas entranhas da terra, retornando para seus reinos de mãos vazias. Os poucos habitantes que conseguiram fugir de Malecs salvaram alguns talismãs mágicos, inclusive um de poder sem igual, a Bola de Cristal. Contudo, o saque e a destruição da cidade mágica não satisfizeram alguns reis, que continuaram a perseguição aos sobreviventes. Com isso, a guerra se alastrou.
Muito tempo se passou e o povo, cansado dessa luta sem sentido, revoltou-se contra seus reis. Por meio de guerras internas, com muita opressão e sangue, forçaram seus governantes a assinarem um decreto de paz, no qual se comprometiam a abandonar a caça aos possíveis sobreviventes de Malecs e de seus tesouros. Após assinado o tratado, as fronteiras entre os reinos foram mudadas e, para manter a paz entre eles, cada rei aceitou limitar seu poder, exercendo-o apenas dentro do seu território. A nova geografia seria respeitada.


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